terça-feira, 5 de julho de 2011

Meus outros blogs

Gente!
Eu tenhos mais 3 blogs pra quem não sabe. E eu queria que vocês entrassem lá.

O primeiro: O  Saints of Rock  é o meu blog, como diz o nome, sobre rock. Ele lá tem muitas notícias pra quem quer estar dentro das notícias que rolam por ai sobre rock.

O segundo: Esse é o meu blog de tirinhas, o Mr Milk e CIA [+18]. Esse eu indico pra todos que curtem dar umas boas risadas. Pra quem gosta de rir da disgraça dos outros, no caso, do personagem principal, o Mr Milk.

O terceiro: É muito indicado para otakus que gostam de estar informados sobre animes. Mas não é só para otakus, e para o público que gosta de j-rock. Esse é o Otakus God.

sexta-feira, 1 de abril de 2011

Phil Rudd, baterista do AC/DC oi absolvido da acusação de porte de drogas

Tribunal realizado na Nova Zelândia absolveu o baterista do AC/DC, Phil Rudd, que havia sido flagrado com 25 gramas de maconha em outubro de 2010.
A juíza Alayne Wills teria condenado Phil a pagar 250 dólares neozelandeses (cerca de R$ 304), mas retirou a condenação devido problemas que poderia causar para a retirada de vistos em três países por onde a banda tocaria.
Rudd escapou da condenação, porém, terá de desembolsar 1.500 dólares neozelandeses (cerca de R$ 1.840) para cobrir as despesas judiciais.

quinta-feira, 31 de março de 2011

Entrevista com Slash: Slash diz que não há Guns N' Roses por causa de AXL

Em mais uma entrevista, o guitarrista Slash deu sua versão sobre o fim da formação clássica do Guns N’  Roses e as origens do riff de “Sweet Child O’ Mine” e de sua marca registrada: a cartola.
Sobre a famosa cartola, Slash disse: “Apenas se tornou algo. Comprei numa loja com um descontão. Sempre gostei de chapéus, e vi aquele. Pensei que era legal e comecei a usar sempre. Não planejei que fizesse parte da minha imagem, apenas me sentia confortável com ele. Eu tinha 19 ou 20 anos”.
Sobre seu maior clássico, “Sweet Child O’ Mine”: “Obviamente não sabia que era um bom negócio. Apenas achei que era um riff interessante. Não tinha a menor idéia de que se tornaria algo tão icônico como se tornou”.
Sobre os boatos de uma possível reunião do Guns: “Já se passaram cerca de 15 anos. Nenhum integrante original disse ‘Vamos tentar juntar a banda novamente’. E trata-se apenas de Axl Rose. A razão que fez todos saírem é que, no fundo de sua mente, acho que é o que ele queria. Então o que justifica não haver Guns N’ Roses é Axl. Não tenho nada a fazer em relação a isso. Sai pela mesma razão que todos saíram. Então esse é o problema”.

Iron Maiden: novo Eddie de 8 metros!

Os rumores de que um novo Eddie faria sua estréia em São Paulo, se confirmaram na noite do dia 26 de Março no estádio do Morumbi. Uma versão do mascote da Donzela de Ferro com assustadores 8 metros de altura surgiu atrás do palco durante o clássico "Iron Maiden", levando o público brasileiro a loucura! Confira fotos e vídeos do novo Eddie da The Final Frontier World Tour!







Ozzy Osbourne (Gigantinho 30/03)


 Num total de cinco datas marcadas no país, o “Madman”, como é carinhosamente chamado pelos fãs, iniciou suas apresentações com um show em Porto Alegre, na noite da última quarta-feira (30). Com ingressos esgotados, o Ginásio de esportes Gigantinho abrangia uma média de 14 mil pessoas que aguardavam a visita do cantor há muito tempo, levando em consideração que a capital gaúcha não estava na rota de shows em sua última turnê na América do Sul, em 2008.
A conhecida pontualidade do músico fez com que a apresentação iniciasse exatamente às 21 horas. Sem introduções nem muitos mistérios, “Bark At The Moon” foi o primeiro de muitos clássicos que fez inesquecível a noite dos fãs das mais variadas gerações: de jovens próximos a 10 anos de idade até os cinquentões, que tiveram o privilégio de acompanhar a trajetória de Ozzy ainda no início da carreira, com o BLACK SABBATH, no final dos anos 60. Além dessa, também foram tocados outros grandes sucessos que não ficaram desgastados com o passar dos anos, como “Mr. Crowley”, “Suicide Solution”, “Shot In The Dark”, “I Don’t Wanna Change The World” e “Crazy Train”.

 




































Como divulgação do seu último trabalho, apenas a música “Let me Hear You Scream” esteve presente no setlist. Mesmo com diversas outras canções em alta, o “Principe das Trevas” do rock n’ roll optou por clássicos infalíveis que se tornaram atemporais e onipresentes.
Carisma e humor jamais abandonam Ozzy. Aos 62 anos, ele não faz questão nenhuma de poupar energia: pula, corre, comanda o público, joga baldes de água e faz gestos e expressões de interação, encantando e cativando a todos – um exemplo vivo de que jovialidade é um estado de espírito. Agradeceu presentes jogados ao palco, incluindo uma bandeira do Estado e uma do time do Grêmio (que colocou sobre os ombros e a nuca, usando como capa por alguns instantes). Recebeu, até mesmo, miniaturas de morcegos, satirizando o episódio onde mordeu um morcego vivo, pensando se tratar de um brinquedo, em 1982.
Quem prefere a fase do cantor no BLACK SABBATH não saiu decepcionado. Puderam contar com “Fairies Wear Boots”, “War Pigs” e “Iron Man”, canções marcantes daquela que é considerada a primeira banda de heavy metal do mundo.



Após deixar o palco em falso encerramento, o músico retorna a pedidos (ou melhor, a gritos) da platéia. Fecha a noite com mais dois grandes clássicos. “Mama I’m Comming Home”, considerada uma das mais belas baladas da carreira solo de Ozzy Osbourne, e a insana e sempre bem recebida “Paranoid”, hino do BLACK SABBATH.





Anos de espera compensados em uma hora e meia. Já na primeira apresentação do país, um público satisfeito em sua grande maioria e impressionado com a qualidade da banda que acompanha o “Madman”, formada por Tommy Clufetos (bateria), Blasko (baixo), Adam Wakeman (teclado) e Gus G. (guitarra). Além da satisfação, ficam os bons momentos na memória e uma promessa, do próprio Ozzy, para uma nova visita em breve.




quarta-feira, 30 de março de 2011

No ginásio do gigantinho (Inter), Ozzy canta com a bandeira do Grêmio


O cantor inglês Ozzy Osbourne iniciou sua turnê no Brasil com um show no ginásio do Gigantinho, que pertence ao Internacional, em Porto Alegre, ganhou uma camisa do clube, mas em cima do palco o “Príncipe das Trevas” acabou agradando aos torcedores do maior rival do clube colorado ao receber uma bandeira do Grêmio e cantar vestido como se fosse uma capa, o que certamente deve ter causado irritação nos torcedores do Inter.

Antes do show a diretoria de marketing do Internacional havia preparado uma camisa personalizada com o nome de Ozzy.

Gente, confeço que achei muito engraçado! O show do Ozzy foi no gigantinho, ginasio do Inter, e o grande Ozzy entra com a bandeira do maior rival. Sem falar que na intrevista da globo, havia gente que ia no show e logo após que acabasse, iriam ao Beira Rio para ver o segundo tempo do jogo. E olha que não foi só isso, ainda preparam uma camisa do inter, para ele!

Abraço, Vítor.



Skid Row: ex-baterista Phil Varone proceça o grupo.

De acordo com Matthew Belloni do site The Hollywood Reporter, o ex-baterista do SKID ROW, Phil Varone entrou com um processo contra o guitarrista da banda, DAVID SABO e contra o baixista James Southworth (também conhecido como RACHEL BOLAN), afirmando que seus antigos colegas de banda estão difamando-o e impedindo que ele use o nome SKID ROW para se promover.
Na queixa, Varone – que recentemente apareceu no programa “Sex Rehab with Dr. Drew” do canal televisivo VH1 – alega que Sabo e Southworth “entraram numa cruzada para espalhar mentiras pérfidas sobre Varone em um esforço para destruir a história de sua carreira como baterista do SKID ROW, através da contestação de que o uso por parte de Varone do nome da banda é quebra de direito de marca.” Além disso, ele afirma que Sabo e Southworth “têm falsamente dito a pessoas que Varone é viciado em cocaína e que Varone é um mentiroso.” De acordo com o processo, Sabo, Southworth e o advogado deles contataram casas noturnas e os talk shows de Oprah Winfrey e Tyra Banks antes da aparição do músico devido ao ‘Sex Rehab’ e impediram que Varone fosse identificado como ex-baterista do SKID ROW.
“A completa omissão de uma descrição das experiências profissionais de Varone o priva dos benefícios de sua experiência como um músico profissional de estúdio e de palco e um astro do rock que excursionou pelo mundo, deu incontáveis entrevistas, fez centenas de aparições e conduziu milhares de fãs ao redor do mundo,” lê-se na queixa.
Varone está pedindo compensações financeiras e punitivas não-especificadas, assim como uma declaração de que seu uso do nome SKID ROW não viola o direito de marca de ninguém.